segunda-feira, 5 de julho de 2010

Exposição Fotografia Nível 3



Inauguração dia 6 de Julho de 2010, 19h, com DJ set de Pan Sorbe + Lad. Patente até dia 19 de Julho.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Apresentação do livro “A Arte de Construir no Iémen” com Fernando Varanda

Apresentação do livro “A Arte de Construir no Iémen” com Fernando Varanda no Salão do ArCo no dia 21 de Abril às 18h30


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Colóquio Internacional e Transdisciplinar: Aby M. Warburg














Programa
15 de Abril– QUINTA-FEIRA, Universidade Católica Portuguesa, Sala de Exposições (entrada livre)

10:00 ABERTURA
Directora da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, Director da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Director do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da UCP, Director do Centro de Filosofia da UL

INTERVALO

10:30 Moderador – Peter Hanenberg
DIETER WUTTKE (Emeritus Professor - Otto-Friedrich Universität Bamberg)
Warburg and Panofsky
11:00 Debate
11:15 Pausa para café

11.30 Moderador António Guerreiro
JOSÉ M. JUSTO (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
Ernst Cassirer e Aby Warburg: a questão do mito
12:00
MARCUS ANDREW HURTTIG (Hamburger Kunsthalle, Hamburgo)
Albrecht Dürer’s ‘Death of Orpheus’ – as Aby Warburg wanted to have the engraving of Dürer and Mantegna from the Hamburger Kunsthalle
12:30 Debate
12:45 – 14:30 Pausa para almoço

14:30 Moderadora – Anabela Mendes
ANTÓNIO GUERREIRO (Investigador e crítico literário do jornal Expresso)
A imagem dialéctica e o pathosformel: correspondências entre Benjamin e Warburg
15:00
CRISTINA BRANCO (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa)
A teoria das proporções no Bilderatlas Mnemosyne de Aby Warburg
15:30
CATARINA COELHO (Mestranda, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
Aby Warburg: contribuições para um confronto contemporâneo
16:00 Debate
16:15 Pausa para café

16:30 Moderador –José M. Justo
DAGMAR VON HOFF (Johannes Gutenberg-Universität Mainz)
Pathos-Formula and Pantomimicry. Sculpture, Attitudes and Living Pictures in the Goethe Period
17:00
SÉRGIO MASCARENHAS (Instituto Superior de Gestão Bancária de Lisboa)
Moving images; the D. João de Castro Tapestries
17:30
NUNO FELIX DA COSTA (Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa)
A propósito da fotografia: o efeito Warburg
18:00 Debate
18:15 Encerramento da sessão


16 de Abril – SEXTA-FEIRA, Faculdade de Letras de Lisboa, Anfiteatro IV (entrada livre)

10.00 Moderador – Carlos João Correia
KARL SIEREK (Faculty of Arts, Friedrich Schiller University, Jena)
Warburg’s Concept of Image Animism
10:30
PETER HANENBERG (Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa)
Warburg and Jolles. The art of viewing and the art of reading
11:00 Debate
11:15 Pausa para café

11:30 Moderador - Isabel Matos Dias
HELMUT WOHL (Emeritus Professor, Boston University, EUA)
Non verbis sed rebus: Warburg, Leonardo and Rauschenberg
12:00 MARIA FILOMENA MOLDER (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa)
A escada, o raio e a serpente. Variações sobre a natureza humana
12:30 Debate
12:45 – 15:00 Pausa para almoço

15:00 Moderadora – Isabel Matos Dias
RICARDO GIL SOEIRO (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
O segundo Sol Negro: G. Steiner e A. Warburg em órbitas elípticas
15:30
CHRISTOPHER DAMIEN AURETTA (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa)
Fernando Pessoa’s Mnemosyne Project: Myth, Heteronomy and the Modern Genealogy of Meaning
16:00 Debate
16:15 Pausa para café

16:30 Moderador – Nuno Felix da Costa
GEORGES DIDI-HUBERMAN (École de Hautes Études, Paris)
Lire ce qui n’a jamais été écrit
17:00
HOLGER BROHM (Université Humboldt de Berlin)
La pensée du geste et le geste de la pensée selon Aby Warburg et Roland Barthes
17:30
ANABELA MENDES (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
No limiar da dispensa da normalidade: Aby M. Warburg, a arte e a doença

18:00 Debate
18:15 Encerramento da Sessão

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Conferência de José Soudo em Messines






















Conferência sobre História da Fotografia
Em Messines, com o Fotógrafo José Soudo

“À Conversa com José Soudo sobre a História da Fotografia nos séculos XIX e XX” é o tema da conferência que se realiza no dia 10 de Abril, pelas 15h30, na Sociedade de Instrução e Recreio Messinense, em S. Bartolomeu de Messines.
O “pretexto” para esta “conversa” parte de “Um passeio pelo álbum de família a partir do fotógrafo Carlos Relvas”, um dos grandes fotógrafos portugueses, pai de José Relvas, distinto membro do Partido Republicano. Foi José Relvas quem, à varanda da Câmara Municipal de Lisboa, proclamou a República, a 5 de Outubro de 1910. Mais tarde, foi ministro das finanças, sendo o responsável pela criação do escudo e posteriormente foi primeiro-ministro.
Assim, esta viagem pela fotografia, será também uma oportunidade para assinalar os 100 anos da República Portuguesa, que este ano se comemoram.
O conferencista, o fotógrafo José Soudo é o Coordenador Técnico do Departamento de Fotografia do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, desde 1989, sendo docente de Fotografia e de História da Fotografia no Ar.Co desde 1983.
É também docente no CSF - Curso Superior de Fotografia da Escola Superior de Tecnologia do - IPT Instituto Politécnico de Tomar por protocolo com o Ar.Co, desde 2002 e Co-fundador do referido Curso. É igualmente Membro da Comissão Executiva do Centro de Estudos em Fotografia da Golegã – CEFGA, desde 2008, e Membro da Comissão de Estudo para a recuperação da Casa-Relvas, nomeado pelo IPPAR, em 1996.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Filmes do Bas Jan Ader












Projecção dos filmes do Bas Jan Ader seguido do documentário "Here Is Always Somewhere Else"
Quinta feira 11 de Março às 18h30, no Salão do Ar.Co

"A gravidade interessou muito o holandês Bas Jan Ader, que encenou recorrentemente a sua própria queda. Ader caía de uma árvore, caía de um telhado, caía num canal. Também fazia cair objectos pesados, como tijolos, sobre outros objectos mais pessoais (um vaso com flores, um bolo de aniversário, lâmpadas...), cuja fragilidade lembrava a do ser humano vulnerável a forças inelutáveis, de que a gravidade é uma metáfora.


Ader acreditava na atracção irresistível do centro da terra, mas também no desgaste do pedúnculo. Aguentou enquanto pôde os pesos que segurava sobre as lâmpadas que lhe iluminavam certa performance, até não poder mais e deixá-los cair, mergulhando a cena na escuridão.


Nos filmes que fez dessas representações, a queda tem o mesmo efeito prático de supressão da luz, ao marcar o fim. A consumação da queda anuncia o fim iminente da narrativa; como se cessado o movimento, nada mais houvesse para ver. Ao contrário, as séries fotográficas permitem a fruição dos instantes captados segundo um tempo pessoal. Essa complementaridade entre os dois registos – filme e fotografia - da performance, multiplicando a intensidade da sua recepção, é um exemplo da solidez conceptual da obra de Ader."


Marcelo Felix excerto do texto "BAS JAN ADER, TRINTA ANOS SOBRE O ÚLTIMO TRAJECTO"
in Artecapital

http://artecapital.net/opinioes.php?ref=27

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Fora de Casa Por Agora- 13ª Criação do Teatro do Vestido
















Teatro do Vestido

Fora de Casa Por Agora


Instituto Franco-Português - Av. Luis Bívar, 91, Lisboa
27 Fevereiro a 13 Março 2010 (quarta a sábado), 21.30h
[Bilhete: 7.5 euros - desconto para estudantes e profissionais do espectáculo - 5 euros]

Em Fora de Casa por Agora, partimos do interior de uma casa, primeiro separados geograficamente, em quartos diferentes para construir uma casa ideal. Essa casa ideal não se tornou uma utopia, os dois inquilinos que a habitam, diferentes e desfasados um do outro, experimentam viver lá dentro.
Ela constrói, coloca, oferece. Ele anula, desenha, desiste.

Na construção deste trabalho fechámo-nos dentro de um palácio antigo que começou por ser a casa de Um para com o decorrer do tempo ter sido fracionado na casa de Muitos.
Passou das mãos de um aristocrata, para as de um comerciante que a dividiu. Depois ainda foi outras coisas. Depois foi votada a um abandono técnico e é pertença da cidade. Em muito a história do sítio espelha o nosso próprio processo.
Ainda que sejam dois actores em cena, há várias vozes que surgem, convidadas ou não a entrar nas nossas casas. E ficam, e ficam e não se levantam do sofá.

Estivemos lá fora. A fazer recados, a tratar das contas, a ficar em casa num dia de chuva: na nossa casa verdadeira. Tívemos obras em casa feitas num momento inoportuno (como sempre fora de horas) porque tinhamos de ir a um outro sítio estar com alguém.

Fora de Casa por Agora nada no redemoinho da convivencia humana num espaço limitado. Estamos sós. Vamos a festas. Estamos tristemente acompanhados. Convidamos alguém para jantar . Não conseguimos conviver e tombamos finalmente no chão, desistindo. Ou então visitamos alguém, um autor morto, dois autores mortos, n autores mortos.

Este é um trabalho desenvolvido em colaboração, com direcção de Gonçalo Alegria e interpretação de Joana Craveiro, Pedro Caeiro.

Direcção/Criação: Gonçalo Alegria
Co-Criação/Interpretação: Joana Craveiro, Pedro Caeiro
Dramaturgia/Espaço Cénico: TdV
Iluminação, Vídeo, Ruído: Gonçalo Alegria
Produção: Sandra Carneiro
Assistentes de Produção: Lara Portela, Maria Aguiar
Co-produção: Instituto Franco-Português
Apoio na divulgação: Fnac, Rádio Europa
Apoio Logístico: Bomba Suicida, Casa das Águas, c.e.m, EGEAC/CML, Horto do Campo Grande, metrostudio
Projecto Financiado pelo: Ministério da Cultura/Direcção Geral Artes

Informações/Reservas:

TdV
Tm +351 918 388 878
geral@teatrodovestido.org
teatrodovestido.org